20.4.12

Presença na Feira Internacional de Livros de Bogotá

É no país do Nobel de literatura, Gabriel García Márquez, que acontece este mês uma das principais feiras do livro da America Latina.





O Brasil é o país homenageado este ano.




Como parte da programação está a exposição de ilustradores brasileiros, de título "Impredecible Gráfica Brasileña".





Estamos lá, ao lado dos nossos amigos e colegas de traço brasileños. 






As fotos são dos nossos amigos do Projeto Nosotros (nuestros abrazos para Victor e Priscilla)



















17.4.12

Novo livro infantil

Desta vez um livro para crianças beeem pequeninas.

Chama-se "Eu Quero Ver a Lua", e foi publicado pela editora Rocco e eu tenho certeza que os leitores vão se divertir com esta história onde a lua é protagonista.
















Dediquei os desenhos ao meu irmão, que hoje mora lá em cima (perto da Lua, talvez).

26.3.12

São Jorge



Esta você vai ver no livro "Eu sou mais Eu", de Silvia Orthof, que será lançado pela Rovelle. Os estudos a lápis estão aqui.
No dia 26 de Setembro apresentarei uma palestra sobre o processo de criação deste livro. Confira aqui. As inscrições são gratuitas.

19.3.12

Livro da Sylvia Ortof

Entrego esta semana um livro da escritora Sylvia Orthof com uma história bem carioca para jovens leitores. A editora é a Rovelle.



No site da Revista Ilustrar há um passo a passo da ilustração acima. Confira a edição 29.




11.3.12

Corram porque está acabando

O livro "Sketchbooks: as páginas desconhecidas do Processo criativo", dos meus caríssimos Roger Basseto e Cezar de Almeida é um marco no assunto no Brasil.
Com prefácio de Charles Watson, um dos mais respeitados professores de arte no país, o volume traz trabalhos de ilustradores  (dentre eles, meus amigos Kako D'Angelo e Hiro Kawahara), quadrinistas (Grampá, Angeli, Mutarelli), designers (Kiko Farkas, Guto Lacaz), artistas plásticos (Eduardo Berliner) e muitos outros.

Sketchbooks from Sketchbooks on Vimeo.
Se eu fosse você, tratava de adquirir o seu exemplar, pois, segundo fontes fidedignas, restam poucos exemplares à venda...

4.3.12

Rinha de humanos

Ilustração para a página de opinião do jornal Folha de São Paulo.


"No Brasil, rinhas de galo e canário são proibidas legalmente. Há cidades, como São Paulo, por exemplo, que não permitem rodeios, porque ferem e machucam animais. Mas lutar MMA que maltrata, fere, machuca, lesiona, sangra o ser humano, pode! Rinha humana pode!"




Artigo de José Mentor.

28.2.12

Sonhei que estava sonhando um sonho sonhado...


Acabou o carnaval e eu aqui relembrando a letra de uma samba clássico da Vila Isabel... 
De vez em quando leio postagens antigas aqui no blog e dou um tapa nelas, às vezes corrijo uma escorregada no meu português tacanho, outras vezes dou uma atualizada ou então reeescrevo para polir as asneiras.
Por exemplo essa postagem aqui, de 4 anos atrás, foi especialmente interessante revisitar. Retirei dela umas coisas e acrescentei outras.
Recomendo este exercício delirante a todos os criativos.
É ótimo para colocar em perspectiva os nossos gostos pessoais, trazer à tona aquilo que está no alicerce da nossa formação e, logicamente colocar um alvo nos nossos objetos de paixão, devoção, ambição...


"Sonhei (ah eu sonhei) que estava sonhando um sonho sonhado, um sonho de um sonho, magnetizado. As mentes abertas, os seres alados..."

Vem aí...A Coisa Perdida

Eu sou fã do Shaun Tan. Não. Sou  MUITO fã do Shaun Tan.


Conheci seu trabalho há alguns anos atrás em um catálogo da feira de Bolonha. Na época havia comentado sobre ele com uma colega ilustradora e, para minha surpresa, meses depois fui presenteado por ela com o livro "The Lost Thing".


É um dos livros infantis que mais prezo em minha coleção, com belos desenhos e uma rica textura de colagens. Resumo-o com um adjetivo e uma exclamação: maravilhoso!


De lá pra cá minha coleção de livros ilustrados por Shaun Tan e a minha admiração por seu trabalho só aumentou. Já são 7 livros na minha estante.


Coincidentemente, no primeiro ano em que fui chamado para participar do Juri do Anima Mundi, lá estava ele novamente, com a lindíssima animação "The Lost Thing", baseada neste livro. Votei nele para vencedor em todas as categorias em que competiu, mas ele só levou a de melhor trilha sonora.


Tempos depois ganhou o Oscar de melhor animação, segundo soube por alguns.


No início de 2012, fui procurado pela Edições SM com o desafio de adaptar o complexo universo gráfico do "The Lost Thing"para a nossa língua. Quem já viu o livro sabe que ele é todo feito em colagens e seu texto é manuscrito. Desafio aceito, recebi o texto (traduzido por Sergio Luis), reescrevi tudo à mão e apliquei nas ilustrações originais. 

A  obra nasceu e já é sucesso. 

Esta postagem foi atualizada em 29 de Setembro com a publicação de uma reportagem e uma entrevista do Shaun Tan no Jornal O Estado de São Paulo.







Não perderia a chance de colocar a impressão digital do meu polegar no frontispício...







6.2.12

A escola não é uma fotografia

Na Folha de São Paulo hoje (Opinião - página 3), há um artigo do secretário de educação de São Paulo. 
Entitulado "A Escola não é um retrato", o texto pinta um quadro bonito da educação na cidade.



27.1.12

Dali da escadaria da Biblioteca Nacional

Domingo de sol. Bom pra sair de casa e fazer uns desenhos.

16.12.11

Viva Noel!

Não é o Noel Rosa, mas é quase.

3.12.11

A copa e a enxurrada de dinheiro...

Arte para o Le Monde deste mês.
Encontrei o artigo aqui.

Minhanossasenhora, isso vai ser uma roubalheira que só.

Le Monde e a roubalheira dos bancos

Quem acompanhou as notícias sobre o movimento Occupy Wall Street ou ao menos assistiu ao trailer do documentário "Inside Job",  já sabe do que se trata.
Recomendo muito assistir a esse filme de bandidos. 


Arte de capa do suplemento "Dossiê", que vem encartado dentro do jornal Le Monde.


15.11.11

Novo projeto antigo

Estou colorizando diversas ilustrações que fiz há 3 anos atrás para um livro infanto juvenil  da editora espanhola Edições SM. 
Chama-se "O Golem do Bom Retiro", e foi originalmente publicado com imagens PB. Sua trama acontece no bairro do Bom Retiro, tradicional reduto da comunidade judaica de São Paulo. 
Diante da possibilidade da sua republicação com uma nova cara, este é um bom momento de revisitar os antigos desenhos e, com ajuda da cor, acrescentar uma camada à mais ao seu conteúdo.



Encontro com uma Nobel

Lendo as reportagens sobre o festival de música SWU, encontrei uma citação à visita de Rigoberta Menchú, índia Guatemalteca que ganhou o prêmio Nobel da Paz em 1992.
Tive a oportunidade de conhecê-la pessoalmente no ano 2002, quando ela esteve em visita a Nova York e nos deu a honra de uma visita ao mural que pintamos na cidade de Passaic, em New Jersey. 
Na época eu coordenava um programa de arte pública em parceria com escolas públicas e ONGs. Além daquele mural, fizemos outros 12 painéis em diversas localidades de New Jersey, sempre contando com equipes de adolescentes de escolas públicas ou então jovens que haviam se metido em alguma encrenca e, para se livrar do pesado braço da lei, precisaram se inscrever em algum programa comunitário.

Aquela foi uma época de boas realizações e posso dizer que conhecer Rigoberta Menchú foi o mais próximo que eu cheguei de encontrar a paz.
(Na foto, Menchú faz uma dedicatória no meu sketchbook)

13.11.11

A ópera das árvores

Quem acompanha meu blog já deve ter me ouvido falar do quanto curto desenhar árvores.


Pois é, cá estou novamente envolvido com o tema. Mas o que nunca havia feito antes é ilustrar uma capa de livro na técnica de carvão. 


O livro se chama "Onde as Árvores Cantam", e vai sair publicado pela Edições SM.



1.11.11

Lenda do Surf

Minha última coluna na Revista Ilustrar de 2011 traçou um paralelo entre a arte da ilustração e a arte do... surf! 
Quer entender essa história? Então baixa lá. 


E para ilustrar esta chamada, coloco aqui a aquarela de ontem à noite. É um presente para uma pessoa muito ligada à cultura do surf.


No retrato está Duke Kahanamoku, pioneiro do surf que trouxe o espírito de aloha e a alegria de pegar ondas para a primeira geração de surfistas modernos. Considerado o patriarca havaiano do esporte, foi Duke quem introduziu o surf na Austrália e na América, fatos que fizeram dele o surfista mais famoso do mundo. 


Destacou-se também como um atleta de classe mundial, sendo de fato o primeiro grande “waterman” do nosso tempo, dominando com naturalidade o surf, natação, o mergulho e também a canoagem no mar. Além destes esportes ao ar livre ele brilhou no cenário dos Jogos Olímpicos por mais de uma década (Aos 40 anos, chegou a participar da equipe olímpica de pólo aquático!e desenvolveu diversas técnicas de salvamento no oceano.


Diz a lenda que, a trajetória olímpica de Duke começou no dia em que um técnico de natação pediu a ele que nadasse livre na praia por um percurso de 100 metros. Surpreso, descobriu que o havaiano havia quebrado o recorde mundial por quatro segundos! 


Ao longo de doze anos, Kahanamoku veio a ganhar seis medalhas, com destaque para o ouro olímpico em 1912 e 1920, e uma medalha de prata em 1924, quando ele ficou em segundo lugar  (perdeu a disputa para um dos maiores nadadores do século 20, Johnny Weissmuller, o primeiro Tarzan). Por causa de suas mãos e pés enormes, que lhe garantiam uma incrível performance na água, os jornais da época se referiam a Duke como o "peixe humano".


O legado de Duke Kahanamoku não é apenas ser o primeiro, mas também o melhor. Ele incorporou as características de um verdadeiro desportista - graça, força e humildade - e ao fazê-lo definiu um padrão elevado de conduta, portando-se de forma quase zen, com dignidade e distinção. 


A prancha na qual ele está recostado na ilustração é hoje a peça mais cobiçada do museu do surf, situado na Austrália.

10.10.11

São Jorge Ogum

E seguimos vestidos com as roupas e as armas de Jorge.


4.10.11

Salve São Jorge

Neste momento trabalho em um livro da escritora e dramaturga Sylvia OrthofAqui vão 3 estudos para uma página sobre o embate entre São Jorge e o dragão. 




Quem adivinha qual eu escolhi?